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Japoneses criam rosa azul

0A multinacional japonesa de bebidas Suntory apresentou na terça-feira (20) em Tóquio o que assegura ser a primeira rosa azul do mundo, cuja cor se assemelha ao violeta. Segundo os criadores, em sete dias, a flor terá tons azulados. Em colaboração com a australiana Calgene Pacific, a empresa japonesa Suntory levou duas décadas para conseguir a flor azul, um objetivo perseguido por botânicos do mundo todo. Apesar da tonalidade violácea, 100% dos pigmentos de suas pétalas são azuis, motivo pelo qual é possível definir esta como a primeira rosa azul do mundo.

A flor será vendida no Japão a partir de 3 de novembro, no Dia da Cultura 00Japonesa ou “Bunka”, por um preço de entre 2 mil e 3 mil ienes (entre US$ 22 e US$ 33 – de cerca de R$ 38 a R$ 57) a unidade. O tom da rosa, um violeta azulado chamado em japonês “murasaki”, é popular no país asiático.

Suntory espera que a conquista botânica ganhe espaço nas celebrações do Natal – uma festividade realizada no Japão apesar da minoria católica no país – e por ocasião de bodas e outras cerimônias.

Nos meses de novembro e dezembro, a empresa espera vender cerca de 6 mil rosas. Para o ano que vem, o objetivo é negociar 50 mil unidades, número que a Suntory quer multiplicar por quatro até 2011, totalizando 200 mil flores no ano.

Recortes

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…jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama… (Fernando Pessoa)

Mostra Virando LataO programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom une-se à fotografia para chamar a atenção para a triste realidade dos mais de 20 milhões de cães abandonados no Brasil. A campanha será uma das patrocinadoras e parceiras da Mostra Fotográfica Virando Lata, que chega à Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, no dia 25 de outubro.

O projeto é uma iniciativa do Instituto Expresso Vida que, desde 2008, percorre diversas cidades do Sul do país com o intuito de chamar a atenção de crianças e adultos para a situação em que vivem os animais de rua, ou mesmo em família, mas que não recebem os cuidados necessários para uma vida digna e convivência pacífica. “Acreditamos nesta ação por ser muito mais que uma simples exposição fotográfica. Trata-se de uma campanha de conscientização e mobilização das pessoas para a causa dos cães abandonados, princípios que caminham juntos com o programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom”, afirma Cynthia Schoenardie, gerente responsável pelo programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom.

Nesta edição, a exposição beneficiará o Projeto Anjos de Patas (www.projetoanjosdepatas.com.br) de Viamão (RS), entidade de proteção animal gaúcha que abriga 208 cães, 50% da renda obtida através da venda de blocos de anotações e mateiras de nylon será revertida para a castração dos animais do projeto. Para este ano, a Mostra Virando Lata conta com fotografias de Aline Gobbi, Carolina Leipnitz, Cristina Scalabrin, Daniele Spohr, Eduardo Costa, Fernanda Melonio, Heinz Schnack e Ivânia Trento.

O pontapé inicial da exposição na Usina do Gasômetro acontece às 14 horas do próximo dia 25 de outubro, com apresentações de diversas bandas do cenário musical brasileiro, como Morgan Le Femme e Laranja Freak. Em novembro, quem passar pela Mostra Virando Lata também poderá participar de oficinas do Greenpeace sobre o tema “A História do Consumo”, entre os dias 8 e 15. Fique por dentro de toda a programação no site: www.virandolata.org.br

Desde o final de 2008, as iniciativas para a causa dos mais de 20 milhões de cães abandonados no Brasil só têm se multiplicado. O programa PEDIGREE® Adotar é tudo de bom, que tem como meta doar até R$ 1 milhão para abrigos participantes da campanha nos primeiros 12 meses, acumulou novas estratégias, parceiros e uma série de atividades que ajudaram a promover até aqui a adoção direta de mais de 6701 cachorros abandonados.

SERVIÇO

Onde? Usina do Gasômetro – Avenida Presidente João Goulart, 551 – Centro – Porto Alegre (RS)

O quê? Mostra virando lata.jpg

Quando? 25/10 a 15/11/2009

Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h.

A pose dele

Mais uma fotinho do pavão azul do Museu de Ciências Naturais da UFRGS (Imbé). Lembro como se fosse hoje a nossa visita ao Museu! As fotografias além de serem belas e registrarem espécies como esta, servem para nos levar até lá novamente…

pavao

O horário de verão este ano  começa à 0h de domingo, 18 de outubro, e vai horário de verãoaté a 0h de 21 de fevereiro de 2010. Os relógios terão de ser adiantados em uma hora.  A mudança de horário só vale para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Adotado no Brasil desde o verão de 1932, o horário de verão busca o melhor aproveitamento da luz natural, adiantando-se os relógios em uma hora. A medida reduz o consumo de energia elétrica entre 18h e 20h. A ideia do horário de verão surgiu antes mesmo da luz elétrica.

Pensamento

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Voltaire disse que o céu nos tinha dado duas coisas para equilibrar as numerosas desgraças da vida: a esperança e o sonho. Podia ter acrescentado o riso. (Immanuel Kant)

Rottweiler adota porquinho

Um bebê porquinho abandonado pela mãe foi adotado por uma fêmea Rottweiler. O filhote adotivo é chamado Apple Sauce. Ele estava faminto e corria risco de morte depois de ter sido rejeitado. Foi quando Heidi Rhiann pensou que a sua cadela, que havia dado à luz oito cachorrinhos, poderia ajudar. E ajudou! Sasha acolheu bem o porquinho, que já faz parte da família e costuma dormir agarrado aos “irmãos” em Llanfyllin (Inglaterra).

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Um homem que já levou muita alegria às crianças hoje vive amargurado. “Não dá para tirar as imagens da cabeça. E não dá para não vê-las. Elas ficam com você. É muito difícil”, diz o americano Richard O’Barry.

A cidade de Taiji fica no sudeste do Japão. Quem anda pelas ruas logo nota que existe uma estranha relação entre a cidade e as baleias e golfinhos, que são homenageados por toda parte, mas também viram comida. Um restaurante anuncia: serve peixe e baleia.

Richard O’Barry passou 50 anos convivendo com golfinhos. Ele capturou e flippertreinou os cinco animais que fizeram o papel do simpático Flipper na antiga série de TV. Há um capítulo brasileiro nas aventuras de Richard: ele participou, em 1993, da libertação de um golfinho que viveu anos em cativeiro. Era outro Flipper, astro de shows em Santos, no litoral de São Paulo.

Hoje Richard é um homem amargurado, arrependido. “O que acontece aqui é de cortar o coração”, diz ele. Da praia saem quase todos os golfinhos usados em espetáculos de parques aquáticos de várias partes do mundo. Richard se convenceu de que o sucesso mundial do Flipper da TV teve uma consequência nociva: fez deslanchar a atividade de captura de golfinhos. Por isso, se sente responsável pelo que acontece na região.

O sentimento de culpa de Richard o motivou a participar de um filme-denúncia: “A enseada”. Foram quatro anos de luta. Os pescadores e a polícia tentaram impedira as filmagens de qualquer jeito. As equipes usaram câmeras noturnas, outras camufladas ou mergulhadas no fundo do mar. Conseguiram filmar o segredo da praia. O filme “A enseada” mostra o que se passa em uma temporada de caça. Treinadores esperam para escolher os melhores para os shows. Em geral, fêmeas jovens. Os que sobram são apunhalados com facas e arpões. O mar azul cristalino de Taiji fica totalmente vermelho.

O massacre é o maior motivo da profunda tristeza de Richard. Os ambientalistas fizeram as contas: a cada ano, cerca de 20 mil golfinhos são mortos na enseada. Richard O’Barry diz que a matança só existe por causa das capturas. O motivo: dinheiro. Um golfinho vivo vale cerca de US$ 150 mil. Os mortos viram carne. Como pouca gente come carne de golfinho no Japão, Richard acredita que grande parte é vendida como se fosse carne de baleia, mais cara e mais popular no país.

Para tentar mostrar a enseada, a equipe do Fantástico enfrentou dificuldades semelhantes às encontradas pela produção do filme. A estradinha que dá acesso foi fechada. Tudo para impedir testemunhas de ver a matança. Mas o segredo já estava revelado. O filme mostra que, quando os golfinhos passam pela baía, os pescadores batem varas dentro da água. O barulho assusta os bichos e confunde seus sonares. Assustados, os golfinhos buscam refúgio nas águas mais rasas da enseada. Ali, são encurralados com redes.

De cima da montanha é possível enxergar perfeitamente o local onde os golfinhos são capturados. É em uma espécie de piscina que se forma no meio das pedras. Apesar de estarmos no meio da temporada de caça, não havia nenhum golfinho. Mas os caçadores deixaram na praia todo o material deles, sinal de que continuam agindo. A equipe do Fantástico tentou conversar com eles, perto do local, onde havia uma feira oferecendo carne de baleia. Os caçadores não quiseram conversa.

Com a repercussão do filme, os caçadores agora agem com uma nova estratégia. Imagens feitas no mês passado revelam o sofrimento de golfinhos presos às redes. Cinco morreram. Mas, desta vez, houve algo diferente: terminada a seleção, os caçadores abriram as redes e libertaram os que não foram escolhidos para os shows.  Richard O’Barry diz esperar que com o filme o público entenda o que é que se esconde por trás da pirueta de um golfinho em cativeiro. O ex-treinador lança um apelo: que o mundo todo faça como o Brasil, que já não permite shows de golfinhos.

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Resistindo as tentações

É o que se pode chamar de “profissão de risco”. O gato Leo arrisca sua pele para ensinar cães a resistir à tentação de atuarem como velhos inimigos dos felinos. A labradora Yoko está sendo treinada para ser uma cadela-guia. O treinamento é necessário para garantir que Yoko não vai abandonar o seu dono, geralmente cego, quando um gato cruzar o seu caminho na rua.  A escola que deixa cães passivos diantes de bichanos funciona em Essex, na Inglaterra, e está preparando mais de mil animais para servirem de guia. O treinamento dura até 18 semanas.

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Cuidado com o sapo

O zoológico de Nuremberg, no Sul da Alemanha, pretende recolocar na região uma série de plantas e animais nativos, cujas populações diminuíram com a urbanização. O destaque é o sapo das árvores europeu, que atinge o tamanho máximo de 4,5 cm. Com esse tamanho todo, tem que cuidar para não pisar em cima dele!!

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